O árbitro da Federação Paulista de Futebol João Vitor Gobi apitou Mirassol e Palmeira pelo Brasileirão. No Paulistão, o Abel chamou esse mesmo árbitro de fraco e ele não fez nada. Hoje, o Abel, já com amarelo, protestou contra uma marcação da arbitragem chutando o microfone, invadindo o campo, dando soco no ar, e o Gobi provou que realmente é fraco. Não expulsou o treinador palmeirense. E no VAR estava o também árbitro da Federação Paulista, Ilbert Estevam.
E antes de falar do lance, é bizarro como a Comissão de Arbitragem brasileira não tem zelo pelo árbitro. Assim como o Ramon Abatti não trabalha em jogo do São Paulo, o Ilbert deveria ser poupado em jogo do Palmeiras. Pois o Ramon Abatti errou, sim, em não marcar o pênalti para o São Paulo em campo, mas o VAR também errou gravemente em não recomendar a revisão para o Ramon.
Não acho que árbitro tem que ser proibido de apitar jogo de qualquer time, mas a comissão deveria preservar algumas situações, e essa escala deveria ser uma delas. Só dá margem para teorias conspiratórias.
E sobre o pênalti, o Giay dá um carrinho dentro da área do Palmeiras, o árbitro muito longe do lance marca a penalidade.
E quero que vocês observem que o defensor do Palmeiras, no final do carrinho, toca a bola, mas antes, por esse ângulo fica melhor observar, ele toca com o braço e depois a lateral do corpo dele na perna esquerda do atacante do Mirassol. E observem que só quando o atacante já está totalmente desequilibrado por conta do contato, que o defensor toca a bola.
Pra mim, a falta acontece antes do contato do defensor com a bola. O VAR jamais deveria ter recomendado a revisão aqui. E você até pode ter a opinião de que esse contato não é faltoso, mas o VAR não pode recomendar revisão para quando existe o contato igual nesse lance. Se o Giay chuta a bola e depois tem o contato, ok, segue o jogo, mas a gente vê que primeiro tem o contato e depois ele chuta a bola. Então o Mirassol foi, sim, prejudicado pela arbitragem da Federação Paulista de Futebol.

