O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) tem sempre destacado que a atual gestão transformou o cenário da habitação popular no Estado ao retomar obras que estavam paralisadas desde 2019 e ampliar significativamente a oferta de moradia.
Segundo ele, quando assumiu o governo, junto com Mauro Mendes (União), o estado tinha cerca de 12 mil casas inacabadas e, ao final dos oito anos de gestão, deverá alcançar a marca de 60 mil unidades habitacionais concluídas.
“Mais de 40 mil famílias já realizaram o sonho da casa própria em Mato Grosso. Esse é o maior programa habitacional da história do nosso estado. E a nossa meta é chegar a 100 mil moradias, levando mais dignidade e qualidade de vida para quem mais precisa”, destacou o gestor em suas redes sociais.
Pivetta lembra que, no início do mandato, o setor da construção civil enfrentava dificuldades financeiras, com diversas construtoras em situação de falência e milhares de famílias aguardando a conclusão de imóveis que haviam sido abandonados.
"O Estado de Mato Grosso, o governo do Estado, nós iniciamos esse trabalho em 2019. Na época, tinha um apagão nas construtoras. As construtoras, a maioria delas tinham quebrado. Tinha 12 mil obras paralisadas no Estado de Mato Grosso. E, na época, nós decidimos, o Mauro e eu, decidimos aportar recursos para terminar aquelas 12 mil casas que estavam começadas, que as construtoras tinham abandonado os canteiros. Então, nós terminamos aquelas 12 mil e viabilizamos já 48 mil novas moradias", afirmou.
Pivetta destacou o passivo herdado pelo Estado e relatou que a administração precisou aplicar recursos para tentar resgatar 12 mil unidades que haviam sido abandonadas por empreiteiras antes de lançar as novas metas habitacionais.
O cenário de abandono citado por Pivetta remete ao período em que o estado foi comandado pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), cujo mandato se encerrou em 2018. Taques, atualmente, é pré-candidato ao Senado.
"Tinha um apagão nas construtoras. A maioria delas tinha quebrado, com mil obras paralisadas no estado de Mato Grosso. Nós decidimos aportar recursos para terminar aquelas 12 mil casas que estavam começadas, que as construtoras tinham abandonado os canteiros", declarou.
A aceleração anunciada pelo programa esbarra na demanda de vulnerabilidade social e nos índices de violência de gênero no estado. Segundo Pivetta, cerca de 65% dos contratos liberados recentemente pela Caixa Econômica Federa, que somou 1,5 mil assinaturas em junho, foram direcionados a mulheres e mães solteiras.
A estratégia declarada pelo governo é tentar atrelar a habitação à rede de proteção, visando oferecer moradia própria para mulheres que buscam romper a dependência financeira de agressores.
O governador ainda ressaltou que proporcionar o acesso à casa própria é uma das funções mais nobres para o homem público. "A sensação de o Estado tomar a decisão política para o Estado ajudar na conquista da moradia é muito boa. É muito bom para quem já viveu isso. Eu já fiz minha primeira casinha, eu sei o quanto isso foi importante para mim naquele começo da minha vida, com 23 anos. Então, eu acho que o Estado poder proporcionar para uma centena, 100 mil famílias, 100 mil mulheres, homens, pais de família, o sonho da casa própria, é uma satisfação, é uma alegria muito grande. E isso faz com que a gente se sinta útil e vale a pena você passar pela política, pelo crivo das urnas para poder fazer essas coisas maravilhosas que o Estado pode fazer", declarou.
Pivetta afirmou que o Estado mantém um ritmo médio de aproximadamente 18 mil moradias viabilizadas por ano e destacou que a parceria com a Caixa Econômica Federal continuará impulsionando novos empreendimentos habitacionais em Mato Grosso.



