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Política Sábado, 21 de Março de 2026, 13:17 - A | A

Sábado, 21 de Março de 2026, 13h:17 - A | A

ALMT reforça ações e leis no combate à discriminação racial

Parlamento estadual amplia políticas públicas e destaca papel institucional na promoção da igualdade e enfrentamento ao racismo.

Da Redação

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) tem intensificado sua atuação no enfrentamento à discriminação racial por meio da aprovação de leis e da implementação de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade. As iniciativas incluem ações de prevenção, conscientização e proteção às vítimas, reforçando o compromisso institucional com a garantia de direitos.

A mobilização ganha ainda mais relevância no dia 21 de março, data em que se celebra o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. O momento reforça a importância de ações permanentes no combate ao racismo em diferentes esferas da sociedade.

O presidente da Assembleia, deputado Max Russi (Pode), destacou o papel do Legislativo na construção de políticas públicas eficazes. "O Parlamento tem o dever não apenas de debater, mas de oferecer ferramentas reais para transformar a sociedade", afirmou. Ele também ressaltou a criação do Fundo Estadual de Promoção da Igualdade Racial, instituído pela Lei nº 12.856/2025. "Não podemos aceitar qualquer tipo de discriminação", completou.

O deputado Lúdio Cabral (PT) também defendeu a necessidade de medidas estruturais no enfrentamento ao racismo. "Vivemos em um país em que o racismo é estrutural", disse. Entre as iniciativas, ele citou o Protocolo Antirracista, o fortalecimento do Conselho de Igualdade Racial e propostas voltadas à produção de dados sobre a população negra. "São mecanismos que ajudam a preservar direitos e orientar políticas públicas", pontuou.

Especialistas destacam que o problema ainda persiste em diferentes ambientes. A professora da Universidade Federal de Mato Grosso, Nealla Valentim Machado, apontou desafios na comunicação. "Na mídia tradicional há sub-representação e associação a estereótipos", afirmou, ao destacar também o impacto das redes sociais.

Já a pedagoga e presidente do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso, Antonieta Luisa Costa, reforçou que o racismo estrutural ainda impõe barreiras, especialmente para mulheres negras. "É preciso garantir que essas ações cheguem a quem realmente precisa", destacou.

O conjunto de ações evidencia que o enfrentamento à discriminação racial exige continuidade, articulação institucional e participação social. Em Mato Grosso, a atuação do Parlamento estadual, aliada ao trabalho de especialistas e movimentos sociais, aponta caminhos para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

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