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Polícia Terça-feira, 10 de Março de 2026, 10:17 - A | A

Terça-feira, 10 de Março de 2026, 10h:17 - A | A

Mais de 2 mil litros de óleo lubrificante são apreendidos em Cuiabá por suspeita de irregularidades

Empresa já é investigada por irregularidades semelhantes em outras ocasiões, segundo a polícia. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil junto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Da Redação

Mais de dois mil litros de óleo de carro foram apreendidos nesta segunda-feira (9) em uma distribuidora por suspeita de irregularidades no bairro Morada dos Nobres, em Cuiabá.

A ação foi deflagrada pela Polícia Civil junto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A empresa já é investigada por irregularidades semelhantes em outras ocasiões, segundo a polícia.

Durante a inspeção no estabelecimento, as equipes identificaram diversos recipientes de óleo lubrificante com indícios de irregularidades nos rótulos. Entre os problemas constatados estavam a ausência de data de validade e a presença de informações conflitantes nas embalagens, o que pode indicar possível irregularidade na comercialização dos produtos.

Diante das inconsistências encontradas, amostras dos produtos foram coletadas e encaminhadas ao laboratório da ANP, que deve verificar se os lubrificantes atendem às especificações de qualidade exigidas pela legislação.

Os óleos apreendidos pertencem a marcas pouco conhecidas no mercado, segundo a polícia, o que reforçou a necessidade de análise laboratorial para confirmar se os produtos comercializados estão em conformidade com os padrões técnicos exigidos para lubrificantes automotivos.

Os proprietários da distribuidora de lubrificantes devem ser intimados a prestar esclarecimentos na Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon).

Caso seja constatado que os produtos não atendem às especificações legais de qualidade, os responsáveis pela comercialização e os fabricantes poderão responder por crime contra a ordem econômica, cuja pena pode chegar a cinco anos de prisão, além de multa.

 

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