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Variedades Segunda-feira, 02 de Março de 2026, 09:28 - A | A

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Corpo de Dennis Carvalho é velado no Rio em cerimônia reservada

Velório contou com a presença de Deborah Evelyn, ex-mulher do diretor, Leonardo, filho dele com Christiane Torloni, e outros famosos.

Da Redação

Dennis Carvalho, que morreu aos 78 anos no sábado (28), foi velado na manhã deste domingo (1º), no Rio de Janeiro. A cerimônia de despedida aconteceu na Capela Ecumênica do Crematório e Cemitério da Penitência. A pedido da família, a cerimônia de despedida foi reservada a parentes e amigos próximos. O ator Leonardo Carvalho, filho do diretor com Christiane Torloni, foi um dos primeiros a chegar. Ele estava acompanhado da esposa, a atriz Keruse Bongiolo.

O ator chegou com um semblante triste e recebeu um forte abraço de um homem presente no local. Ele estava usando uma camiseta branca, assim como Deborah Evelyn, que foi casada com Dennis entre 1988 e 2012 e é mãe de Luíza Carvalho, uma das filhas que ele deixa.

Após o velório, o corpo será encaminhado para cremação. "O Crematório e Cemitério da Penitência lamenta essa perda tão significante, especialmente para teledramaturgia brasileira, e se solidariza com a família, amigos e fãs na certeza de que Dennis Carvalho parte deixando um grande legado para a nossa arte", informou a instituição ontem. Além de Leonardo e Luiza, o diretor também deixa Tainah, sua outra filha, e os netos Lucca, Nina e Laura.

Diversos famosos foram dar o último adeus ao diretor e a maioria, assim como Leonardo e Deborah, estavam de branco. O ator Tony Ramos chegou acompanhado da esposa, Lidiane Barbosa.

Na sequência, chegaram atrizes Andrea Beltrão e Marieta Severo. Cláudia Abreu, Julia Lemmertz, Paulo Betti, Arlete Salles, Claudio Lins e Marcelo Serrado também estiveram na despedida.

Paulistano, Dennis morava há mais de quatro décadas no Rio de Janeiro. Ele estava internado no Hospital Copa Star, na Zona Sul da capital fluminense. A unidade de saúde informou não ter autorização da família para divulgar mais detalhes sobre a causa da morte.

O casal Otaviano Costa e Flávia Alessandra também foi à cerimônia de despedida. Quando ainda estava no início da carreira, a atriz fez pequenos papéis em Mico Preto (Globo, 1990) e Pátria Minha (Globo, 1994), ambas dirigidas por ele. Já consolidada na profissão, a atriz esteve Dennis Carvalho no último trabalho do diretor na TV, quando a Globo promoveu um encontro inédito de vilãs icônicas.

A veterana Arlete Salles -- presente nos elencos de Sem lenço, sem documento (Globo, 1977) e Segundo Sol (Globo, 2018), a primeira e a última, respectivamente, novelas dirigidas por Dennis -- esteve no velório.

Parceira de Dennis Carvalho em tramas como Anos Rebeldes (Globo,1992) e Celebridade (Globo, 2003), Claudia Abreu chegou acompanhada pelo ator Luiz Henrique Nogueira.

Camila Pitanga, que trabalhou com Dennis em Paraíso Tropical (Globo, 2007), Insensato Coração (Globo, 2011) e Lado a Lado (Globo, 2012) também esteve na despedida. Foi o diretor quem convenceu o autor Gilberto Braga a escalá-la para a icônica personagem Bebel.

"A última vez que vi o Dennis foi na gravação do Tributo, homenagem para ele da Globo. Celebramos sua existência e carreira. Pude olhar nos seus olhos, abraçar forte e dizer o quanto sou grata por Bebel em Paraíso Tropical, por Isabel em Lado a Lado. Pude, inclusive, lembrar com humor de Babilônia", recordou.

Trajetória de Dennis Carvalho na TV

Nascido em São Paulo, em 27 de setembro de 1947, Dennis começou sua trajetória na televisão na década de 1960, com passagens pela TV Paulista e TV Tupi. Foi o próprio Boni, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, quem convidou Dennis para trabalhar na Globo.

Em 1975, ele já estaria no elenco de Roque Santeiro, de Dias Gomes, censurada já na estreia. Quando a novela, finalmente, pode ser levada ao ar, em 1985, Dennis participou do elenco. Como ator, teve papéis em Pecado Capital (Globo, 1975), O Casarão (Globo, 1976), Locomotivas (Globo, 1977), Te Contei? (Globo, 1978), Malu Mulher (Globo, 1979) e Brilhante (Globo, 1981).

Como diretor, estreou em Sem Lenço, Sem Documento (Globo, 1977) e também esteve na direção geral de sucessos como Vale Tudo (Globo, 1988), Anos Rebeldes (Globo, 1992), Labirinto (Globo, 1998), Um Anjo Caiu do Céu (Globo, 2001), Celebridade (Globo, 2003), entre outras. A última novela sob sua direção artística foi Segundo Sol (Globo, 2018).

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