Nos últimos dias, o nome de Giovanna Reis Lins, atual namorada da atriz Alanis Guillen, virou o centro de um escândalo na web. Internautas fizeram uma varredura no X (antigo Twitter) e resgataram uma série de supostas publicações antigas atribuídas à jovem, recheadas de declarações racistas, homofóbicas, transfóbicas e gordofóbicas.
O assunto tomou uma proporção enorme rapidamente e vem dominando os debates nas páginas de fofoca, justamente no momento em que Alanis está bombando com o casal Loquinha na novela “Três Graças”. As mensagens que vieram à tona datam, em sua maioria, do ano de 2012, mas o teor agressivo chocou o público atual.
Entre os prints que circulam na internet, há ataques diretos e estarrecedores: “Porque negro é legal só às vezes, aprendam”, dizia um dos tuítes. Em outro post resgatado, que faz referência a uma participante do “BBB”, ela teria disparado: “Pelo menos a Ariadna vai sair da casa com alguma coisa (…), travesti mongoloide”.
Sobrou até para um outro alvo não identificado, atacado com uma enxurrada de preconceitos: “Eu odeio ele, nossa, gay, babaca, negro, sou muito mais a Paula e a Ju”. A exposição massiva gerou uma onda imediata de indignação e encorajou pessoas que supostamente conhecem o passado da jovem a se manifestarem.
Uma internauta, inclusive, relatou que esse tipo de atitude não surpreende quem convivia com ela na Zona Norte do Rio de Janeiro. “Isso não é novidade nenhuma pra quem é insulano e negro (risos). Essa garota pintava aqui na Ilha do Governador com as amiguinhas dela, gente”, expôs a usuária.




