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Esporte Quinta-feira, 28 de Agosto de 2025, 09:38 - A | A

Quinta-feira, 28 de Agosto de 2025, 09h:38 - A | A

STJ julga recurso de Bruno Henrique, do Flamengo, em caso de manipulação de apostas

Agravo será apreciado pela corte após ministro negar habeas corpus ao atacante

Da Redação

A Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) julgará na próxima terça-feira, dia 2 de setembro, um novo recurso do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, que tenta anular a investigação em que foi tornado réu por tomar um cartão amarelo que beneficiou apostadores durante partida contra o Santos no Brasileiro de 2023.

Trata-se de um agravo regimental, que leva o pedido de habeas corpus – negado em decisão monocrática do ministro Joel Ilan Paciornik há um mês – para apreciação do colegiado.

A defesa do atleta argumenta que a Justiça do Distrito Federal, onde ele está sendo processado criminalmente, não seria competente para julgar o caso, que deveria ter sido levado à Justiça Federal. Por isso, todos os atos praticados até agora deveriam ser anulados.

Ao negar o pedido, Paciornik afirmou que o habeas corpus não era a ferramenta adequada para a discussão.

Bruno Henrique foi denunciado em junho pelo Ministério Público do DF, assim como o irmão dele, Wander Nunes Pinto e mais sete pessoas.

O atacante teria informado a Wander que tomaria um cartão amarelo em jogo contra o Santos, disputado em Brasília, em novembro de 2023 – o jogador estava pendurado com dois cartões amarelos.

Apostas feitas por Wander, a esposa dele, uma prima e amigos chamaram atenção das empresas de bets, que estranharam o volume de dinheiro no cartão amarelo de Bruno Henrique.

A investigação da Polícia Federal foi iniciada em agosto do ano passado. Em novembro, o jogador e outros suspeitos foram alvo de uma operação de busca e apreensão.

Investigadores extraíram conversas do celular de Wander que embasaram o indiciamento dos suspeitos em abril.

Bruno Henrique nega, desde o início, que tenha manipulado o cartão amarelo para beneficiar os apostadores.

Um dos suspeitos, porém, fez um acordo com o Ministério Público em que admitiu saber que o jogador seria advertido com antecedência. Em troca, Douglas Ribeiro Pina Barcelos terá que realizar serviços comunitários e pagar uma multa de R$ 2.322,13.

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