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Esportes Terça-feira, 28 de Abril de 2026, 06:50 - A | A

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Fifa discute alteração na regra de cartões amarelos para Mundial de 2026

Com mata-mata mais longo, entidade teme que atletas atuem no limite da punição de suspensão

Da Redação

A Copa do Mundo cresceu, e com o acréscimo de seleções e jogos, a regra sobre a suspensão automática pelo acúmulo de cartões amarelos também deve mudar.

Nas regras vigentes, um jogador é suspenso pelo jogo seguinte se tomar dois cartões amarelos em jogos seguidos até as quartas de final. Após essa fase, os cartões são zerados, a fim de evitar que um jogador perca uma final por conta das punições.

Com 48 equipes ao invés de 32, e a fase 16 avos de final, a entidade acredita que a criação de um novo limite pode ajudar a evitar suspensões em jogos importantes, segundo informações divulgadas pela BBC.

Se a regra fosse mantida, um jogador teria que disputar seis partidas até as quartas, e não mais cinco, com chance de perder uma semifinal.

O Conselho da Fifa, na próxima terça-feira (28), que antecede o 76º Congresso da entidade em Vancouver, com o assunto entre as pautas principais.

Como será a mudança na suspensão automática?
Por ora, não se sabe como o novo limite seria aplicado. Especula-se que para receber uma punição, o jogador precise receber um amarelo em dois dos três jogos da fase de grupos, ou em dois dos jogos dos primeiros duelos de mata-mata - 16 anos de final, oitavas e quartas.

Premiação também pode mudar

A Fifa anunciou, neste domingo (26), que está em negociações com as federações nacionais para aumentar a premiação para todas as 48 equipes que participarão da Copa do Mundo de 2026.

A proposta precisa ser aprovada na reunião do Conselho da Fifa.

Em dezembro, a entidade máxima do futebol mundial anunciou que a premiação da Copa deste ano seria 50% maior do que a da edição anterior, totalizando 655 milhões de dólares (R$ 3,3 bilhões), após concordar com uma contribuição financeira recorde de 727 milhões de dólares (R$ 3,6 bilhões) para o torneio.

No entanto, a Fifa informou à Reuters que o valor dos prêmios oferecidos deverá aumentar, com a previsão de que a entidade máxima do futebol mundial ultrapasse os 11 bilhões de dólares (R$ 55 bilhões) em receita no atual ciclo de quatro anos, de 2023 a 2026.

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