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Esportes Quarta-feira, 08 de Abril de 2026, 08:44 - A | A

Quarta-feira, 08 de Abril de 2026, 08h:44 - A | A

Cruzeiro estreia com vitória copeira na Libertadores e busca retomada na temporada

Time não brilha, mas controla o Barcelona de Guayaquil e perde chances até para um placar tranquilo; sequência de três jogos em casa pode marcar virada na temporada

Da Redação

Após seis anos sem disputar a Libertadores, o Cruzeiro voltou com vitória por 1 a 0 sobre o Barcelona de Guayaquil. Viveu, no Equador, uma noite copeira, relembrando a tradição do clube para tentar retornar de vez aos trilhos na temporada.

O Cruzeiro viveu dias polêmicos, deixando mais pesado o clima antes do retorno tão sonhado à Libertadores. Foi goleado pelo São Paulo, agravou a crise no Brasileiro e ainda teve o afastamento de Walace por indisciplina. A resposta em campo precisava ser imediata. E foi.

Artur Jorge mexeu no time. Teve o peso da parte física, mas também o apelo por mudança técnica na equipe. Jonathan Jesus, Fagner e Lucas Silva foram as caras novas no estádio Moumental, correspondendo à confiança da comissão técnica.

O clima no estádio era desfavorável, com boa presença de uma torcida acostumada a disputar a competição e confiante para o duelo. Mas, na verdade, o que se viu foi um Cruzeiro controlando o jogo em boa parte do tempo.

Tinha liberdade para sair jogando de trás. Mas, com Matheus Pereira tecnicamente abaixo, e Kaio Jorge em dificuldades para jogar, o time não conseguia transformar a posse em chances claras. Mesmo assim, teve oportunidades com KJ e Christian para abrir o placar no primeiro tempo. Parou no goleiro.

O segundo se desenhou da mesma forma, mas a eficiência apareceu com Matheus Pereira, infiltrando na área para aproveitar cruzamento milimétrico de Fagner: 1 a 0 e cenário ainda mais favorável nas quatro linhas.

O Cruzeiro tinha campo para jogar da forma que mais gosta, com transição rápida em direção ao gol. E assim construiu chance desperdiçada por Kaio Jorge. Na defesa, o time se virava, e Matheus Cunha foi seguro quando a bola chegou. No fim, uma oportunidade perdida por Chico da Costa e um pedido de pênalti pelo Barcelona deram emoção ao jogo.

O Cruzeiro não brilhou, mas soube se defender e criou oportunidades suficientes para vencer com tranquilidade. Viveu uma noite de Copa, ganhando a primeira de seis decisões que tem para passar pelo grupo da morte.

O resultado era importante para começar a trajetória na Libertadores, mas também para injetar ânimo em um time que ainda não sabe o caminho da consistência em 2026. A vibração no fim, com abraços fraternos no gramado do Monumental, mostra que a partida valia muito mais do que três pontos no Grupo D do torneio continental.

As mudanças de Artur Jorge deram certo. Não só pelo resultado, mas pelo desempenho de quem entrou em campo. Respaldo importante, especialmente para o meio externo, durante um início de trabalho onde não há margem para erro.

O Cruzeiro volta do Equador com expectativas renovadas, mais uma vez. Era fundamental dar resposta após a goleada no Morumbis, assim como é essencial fazer resultados em sequência para engrenar um trabalho. E, claro, para respirar no Brasileirão. Em sete dias, terá Bragantino, Universidad Católica e Grêmio, no Mineirão, com nova oportunidade de virar de vez a chave na temporada.

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