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Esportes Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 15:39 - A | A

Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 15h:39 - A | A

Diniz discute com Gabriel Paulista durante jogo do Corinthians

Situação ocorreu durante o segundo tempo do jogo; treinador elogiou o zagueiro na entrevista coletiva

Da Redação

O técnico Fernando Diniz e o zagueiro Gabriel Paulista discutiram durante o jogo entre Corinthians e Barra, na noite desta quinta-feira (14), na Neo Química Arena, pela Copa do Brasil. No segundo tempo da partida, as câmeras flagraram Diniz dando uma bronca no jogador após um lance defensivo. Irritado com a postura do defensor, o treinador disparou:

— Moleza do c…, dá a bola lá. Levanta a mão de novo para você ver — disse Diniz a Gabriel Paulista.

Após a classificação alvinegra na competição, o treinador foi questionado na entrevista coletiva sobre a situação em que se envolveu com o defensor dentro de campo. Diniz reconheceu que deveria evitar esse tipo de comportamento nos jogos, mas disse que o jogador melhorou seu desempenho após a discussão.

— A gente sempre tem que melhorar. Se eu consigo evitar, é melhor. Mas esse jeito que eu tenho é um jeito que muito mais beneficia os jogadores do que prejudica. No caso de jogo, beneficiou. E beneficiou por quê? O Gabriel tem um temperamento um pouco parecido com o meu. Ele é um jogador mais explosivo, ficou uma discussão. Mas, levando em consideração que o que vale na vida é o essencial, o essencial não teve erro de ninguém — respondeu Diniz.

— Podia ter uma repercussão diferente. Às vezes você perde o jogo, como aconteceu uma vez no Vasco e aí as pessoas fazem aquele tipo de coisa. A gente se acertou assim que terminou o jogo. Não tem dolo, não tem erro. Eu que tenho esse temperamento e o Gabriel também. É bom a gente evitar. Quando acontecer, internamente é a gente resolver de uma maneira muito rápida. Se você perceber, depois do que aconteceu, o Gabriel passou a jogar muito melhor — explicou o técnico.

Diniz bateu na tecla de que é uma situação a ser evitada, controlada, mas, em razão do temperamento de ambos, fica um pouco mais difícil no calor de uma partida, principalmente, decisiva.

— Ele quase fez o gol, a bola bateu na trave, ganhou mais duelos, progrediu mais com a bola, achou mais espaços. É uma situação que, se a gente conseguir evitar, eu acho melhor. É uma coisa que eu estou tentando controlar. Mas, repito, o problema é o que as pessoas podem fazer disso. Eu considero que, com o Gabriel, temos temperamento parecido e coração parecido. Coração generoso, de duas pessoas que querem o bem uma da outra. Desta situação, a gente saiu muito melhor do que se não tivesse acontecido nada — finalizou.

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