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Política Quarta-feira, 11 de Março de 2026, 19:36 - A | A

Quarta-feira, 11 de Março de 2026, 19h:36 - A | A

Jornalista Larissa Malheiros registra BO após acusação de vazamento entre vereadores

Larissa Malheiros nega ter vazado conversas de grupo de WhatsApp da Câmara de Cuiabá e diz que acusações prejudicam sua credibilidade.

Daniel Costa

A jornalista Larissa Malheiros procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência após ser apontada por vereadores da Câmara de Cuiabá como suposta responsável pelo vazamento de conversas de um grupo de WhatsApp formado por parlamentares.

Segundo o registro feito pela profissional, os vereadores Ilde Taques (PSB) e Demilson Nogueira (PP) teriam citado o nome dela como possível autora da divulgação de áudios e mensagens compartilhadas no grupo interno dos legisladores.

De acordo com o relato apresentado no boletim de ocorrência, a acusação teria surgido durante uma reunião entre vereadores. Na ocasião, Demilson Nogueira teria informado aos parlamentares presentes que um jornalista de Várzea Grande teria apresentado informações indicando que Larissa seria responsável pelo vazamento.

Ainda segundo o relato, o vereador teria afirmado que existiriam provas de que conteúdos teriam sido enviados utilizando o celular da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade). A suspeita levantada seria de que o aparelho da parlamentar teria sido clonado.

Durante a reunião, Baixinha questionou como a situação poderia ter ocorrido, já que Larissa não trabalha mais em seu gabinete há cerca de cinco meses. A jornalista atuou como assessora de imprensa da vereadora entre janeiro e outubro de 2025.

No boletim de ocorrência, Larissa afirma que não possui qualquer acesso ao telefone da parlamentar e que, desde que deixou a função na Câmara, os encontros entre as duas ocorreram apenas em eventos públicos.

A jornalista relatou ainda que, após tomar conhecimento das acusações, a vereadora Baixinha teria sugerido uma reunião para esclarecer o caso com a presença de Demilson Nogueira. Segundo Larissa, o parlamentar teria recusado participar do encontro e afirmado não possuir provas das acusações.

Diante da situação, a profissional também procurou a presidente da Câmara de Cuiabá, vereadora Paula Calil, solicitando providências e uma retratação pública. Conforme relatado, ela foi informada de que não seria possível adotar medidas formais sem a apresentação de provas.

Larissa afirma que as acusações têm provocado constrangimentos e podem afetar sua atuação profissional, já que mantém contato frequente com vereadores e servidores do Legislativo.

Outro lado

Procurada, a vereadora Baixinha Giraldelli afirmou que não acredita que seu WhatsApp tenha sido clonado. Segundo ela, Larissa nunca teve acesso ao seu aparelho celular durante o período em que trabalhou no gabinete.

A parlamentar também ressaltou que a jornalista utilizava equipamentos próprios para exercer suas funções.

A reportagem tentou contato com o vereador Demilson Nogueira, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno.

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