Falecido neste sábado (30/8) aos 88 anos em Porto Alegre (RS), o escritor Luis Fernando Verissimo é conhecido por algumas frases que marcaram a sua brilhante trajetória.
“No Brasil, o fundo do poço é apenas uma etapa”, disse o cronista. Amante do jazz, ele também afirmou: “escrever não me dá prazer, gosto mesmo é de soprar saxofone”.
O escritor fazia várias reflexões sobre a relação entre o homem e a vida. “Não gosto que me imponham coisas, e a velhice é uma imposição, uma prepotência do tempo. Sou contra”, afirmou.
Em outra frase, o cronista dizia: “quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas”.
“Se o mundo está correndo para o abismo, chegue para o lado e deixe ele passar”, refletiu o escritor em outra afirmação.
Em sua trajetória, Verissimo também falava sobre a morte. “Vou morrer sem realizar o meu grande sonho: não morrer nunca”. Em mais uma declaração, ele afirmou: “depois de uma certa idade, é temerário fazer aniversário. Que agonia!”.
“Todo ‘parabéns’ soa, mesmo dito numa boa, como ironia”, opinou o escritor em mais uma de suas frases que ganharam repercussão.
“Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo”, recomendou Verissimo em outra reflexão.