O Exército dos Estados Unidos confirmou neste domingo, (08.03), a morte do sargento Benjamin Pennington, de 26 anos, tornando-o o sétimo militar norte-americano a morrer em decorrência do conflito com o Irã.
Pennington não resistiu aos ferimentos sofridos há cerca de uma semana durante um ataque ocorrido na Base Aérea Prince Sultan, localizada na Arábia Saudita. A base é utilizada por forças norte-americanas como ponto estratégico de operações militares na região.
Natural da cidade de Glendale, no estado do Kentucky, o sargento integrava o 1º Batalhão da 1ª Brigada Espacial, unidade vinculada ao Comando de Defesa Espacial e de Mísseis do Exército dos Estados Unidos.
Além da confirmação da morte, autoridades militares informaram que outros nove soldados norte-americanos permanecem internados em estado grave. De acordo com fontes oficiais, os militares apresentam ferimentos com risco de morte.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, manifestou condolências às famílias dos sete combatentes mortos até o momento e destacou que as operações militares seguem com o objetivo de reduzir a capacidade ofensiva do Irã.
Segundo Rubio, as ações têm como foco estruturas militares estratégicas do regime iraniano, incluindo sistemas de mísseis, plataformas de lançamento e infraestrutura naval.
Escalada no Oriente Médio
A confirmação da morte ocorre em meio a uma crescente escalada militar no Oriente Médio. Nas últimas semanas, Estados Unidos e Israel realizaram uma série de ataques contra alvos estratégicos dentro do território iraniano, incluindo instalações localizadas nas cidades de Teerã e Isfahan.
Em resposta, o governo do Irã lançou ofensivas contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas.
Entre os episódios mais recentes está um ataque registrado no Bahrein, onde drones atingiram a principal refinaria de petróleo do país.
O governo do ex-presidente Donald Trump afirmou que as operações militares continuarão pelo tempo considerado necessário para alcançar os objetivos estratégicos definidos pelos Estados Unidos.
Já o secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, declarou que eventuais condições para uma rendição do Irã seriam estabelecidas exclusivamente pela administração americana.




