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Política Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 08:02 - A | A

Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 08h:02 - A | A

Advogado de Trump garante que Moraes pode voltar a ser sancionado pela Magnitsky

Da Redação

“O ministro Alexandre de Moraes pode, sim, ser sancionado novamente pela Lei Magnitsky. Há precedentes claros para isso.” A afirmação é do advogado Martin De Luca, que representa o ex-presidente Donald Trump e a plataforma Rumble em ações que tramitam na Justiça dos Estados Unidos.

Em entrevista exclusiva, De Luca comentou os desdobramentos do processo envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro e avaliou que há elementos suficientes para uma nova rodada de sanções internacionais.

Segundo o advogado, a atual fase do processo nos Estados Unidos representa “um avanço inevitável diante da postura adotada por Alexandre de Moraes”. Para De Luca, o ministro estaria evitando deliberadamente a citação formal em território americano, o que levou a juíza federal responsável pelo caso a considerar meios alternativos de notificação.

Ele destacou que, conforme registrado na decisão judicial, há amplo conhecimento público da ação, inclusive por parte de autoridades brasileiras, além de manifestações públicas do próprio Moraes sobre a necessidade de contratar advogados nos Estados Unidos.

De Luca também chamou atenção para a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU), afirmando que, apesar de anúncios sobre a contratação de escritórios de advocacia nos EUA, ninguém teria, de fato, comparecido formalmente ao processo. Para o advogado, esse cenário reforça a tese de que o ministro tem pleno conhecimento da ação, o que justificaria o prosseguimento do caso, inclusive com a possibilidade de citação por e-mail.

EUA JÁ RETOMARAM MAGNITSKY EM OUTROS CASOS

Ao comentar o histórico envolvendo a possível aplicação da Lei Magnitsky, De Luca lembrou que Alexandre de Moraes já chegou a figurar em listas de sanções americanas, sendo posteriormente retirado. Para ele, isso não impede que novas sanções sejam impostas, especialmente diante de novos fatos e da continuidade de condutas que teriam motivado as medidas anteriores.

“Não seria a primeira vez que os Estados Unidos retiram sanções e depois as impõem novamente”, lembrou. Como exemplo, citou o caso da Venezuela, onde sanções econômicas foram aplicadas durante a primeira administração Trump, parcialmente suspensas no governo Biden após promessas do regime de Nicolás Maduro e, posteriormente, reavaliadas diante do descumprimento dessas promessas.

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