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Política Sábado, 28 de Fevereiro de 2026, 16:09 - A | A

Sábado, 28 de Fevereiro de 2026, 16h:09 - A | A

Haddad e Rodrigo Pacheco aceitam candidaturas aos governo de SP e MG, e fortalecem bases de apoio à Lula

Entradas de Fernando Haddad e do senador Pacheco nas disputas aos governos dos dois maiores colégios eleitorais do país mudam cenário da disputa

Da Redação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articulou a entrada do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na disputa pelo governo de São Paulo, movimento que altera o cenário eleitoral no maior colégio eleitoral do país,

Em 2022, o petista perdeu a disputa ao Palácio dos Bandeirantes para Tarcísio. Mas, de acordo com cálculos sempre lembrados pelo PT, Lula só ganhou a eleição do então presidente Jair Bolsonaro, naquele ano, porque conseguiu obter mais votos na capital paulista. E esse crédito é atribuído a Haddad.

Marina Silva e Tebet ao Senado em SP

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, sairá da Rede e pretende se filiar ao PT para ser candidata ao Senado. A segunda vaga, porém, ainda está em discussão.

Uma das possibilidades é que a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), concorra ao Senado por São Paulo. Para essa operação, no entanto, ela terá de se desfiliar do MDB – uma vez que o partido apoia a candidatura de Tarcísio – e mudar o domicílio eleitoral para São Paulo. Tebet recebeu convite para ingressar no PSB, mas ainda não tomou uma decisão final.

Rodrigo Pacheco aceita disputar governo de Minas pelo MDB

O senador Rodrigo Pacheco informou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será candidato ao governo de Minas Gerais - segundo maior colégio eleitoral do Brasil - nas eleições deste ano. A decisão foi comunicada durante reunião com o chefe do Executivo e marca uma mudança significativa no cenário político estadual e na disputa presidencial

Pacheco vai deixar o PSD e filiar-se ao MDB, o que provocará rearranjos políticos em Minas Gerais. Além do MDB, a expectativa é de que Pacheco atraia o União Brasil e o PP, partidos federados. Também é prevista a migração de deputados federais e estaduais atualmente no PSD, além de prefeitos, para a nova legenda.

Com esse arranjo, Lula consegue montar os palanques nos dois maiores colégios eleitorais do País: São Paulo e Minas. Ao que tudo indica, o vice na chapa do petista a novo mandato no Palácio do Planalto continuará sendo Geraldo Alckmin (PSB).

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